Uma nutricionista de São Paulo compartilhou um alerta sobre os perigos da má conservação de alimentos após ela e seu marido passarem cinco dias doentes. O problema foi causado por uma beterraba.
“Intoxiquei a minha família sem querer”, relatou a nutricionista em vídeo. “Eu e meu marido fomos parar no hospital, ficamos cinco dias de cama por causa de uma bobagem que eu fiz.”
Segundo o relato, ela cozinhou uma beterraba com casca à noite. Por cansaço, deixou o legume esfriando na panela, sobre o fogão, em vez de refrigerá-lo.
A beterraba foi consumida no almoço do dia seguinte. Poucas horas depois, o casal começou a apresentar fortes dores de barriga e fraqueza.
“Era uma terça-feira. Acordei, fui na academia e lá mesmo já percebi que estava com diarreia. Tive que ir correndo para casa e continuei com aquela evacuação. Foi mais de uma semana passando muito mal, com uma fraqueza terrível”, descreveu a experiência.
O casal teve uma intoxicação alimentar causada por microrganismos que se proliferaram na beterraba devido à falta de refrigeração adequada.
Após o incidente, a profissional de nutrição reforçou a importância de armazenar corretamente os alimentos para evitar a proliferação de bactérias. “Cozinhou beterraba, batata-doce ou batata? Se não vai descascar na hora, descarte a água e já coloque dentro da geladeira”, orientou.
Recomenda-se que alimentos cozidos e perecíveis sejam guardados em geladeira, em temperaturas inferiores a 5 °C. O uso de embalagens com boa vedação, como potes de plástico ou vidro com tampa hermética, ou sacos plásticos próprios para alimentos, ajuda a evitar a deterioração.
O consumo de alimentos estragados pode acarretar sérias consequências à saúde, incluindo intoxicação alimentar com sintomas como náuseas, vômitos, diarreia, dores abdominais e febre, podendo levar à desidratação e, em casos extremos, à morte.





























































