O acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como derrame, ocorre quando o fluxo sanguíneo cerebral é interrompido, resultando em danos neurológicos com potencial para sequelas graves ou morte.
Embora crítico e urgente, o quadro frequentemente apresenta sinais precursores horas ou dias antes do evento. A identificação desses sinais é fundamental para mitigar complicações e preservar vidas.
Os sintomas clássicos incluem formigamento, fraqueza unilateral, dificuldade na fala e perda de visão. Contudo, mulheres podem exibir manifestações adicionais ou atípicas, dificultando o diagnóstico precoce.
Confusão mental, cefaleia intensa e repentina, náuseas, alterações comportamentais e sonolência são sintomas mais comuns em mulheres, que podem não apresentar os sinais considerados “clássicos”, exigindo maior atenção para um reconhecimento oportuno.
A falta de conhecimento desses sintomas mais sutis contribui para a demora na busca por assistência médica, o que pode ser fatal. O tempo entre o início dos sintomas e o tratamento é crucial para minimizar sequelas. Quanto mais rápido o atendimento, menor a probabilidade de danos irreversíveis.
Reconhecer rapidamente os sinais de um AVC ajuda a reduzir o risco de sequelas. Uma maneira simples de memorizar os principais sintomas é através da sigla SAMU:
S (Sorriso): Observe se um lado do rosto parece caído ou assimétrico ao sorrir.
A (Abraço): Verifique se um braço cai ou apresenta fraqueza ao levantar ambos.
M (Música): Avalie se a fala está arrastada ou difícil de entender ao pedir para dizer uma frase ou cantar.
U (Urgente): Diante de qualquer sintoma, acione o SAMU (192) imediatamente. A rapidez no atendimento é vital para salvar vidas e reduzir sequelas.
O AVC é definido como qualquer distúrbio súbito na circulação cerebral, seja por interrupção do fluxo ou ruptura de um vaso, resultando em sangramento no cérebro. Os tipos mais comuns são o isquêmico, causado por obstrução arterial, e o hemorrágico, provocado por sangramento cerebral.
As causas são diversas e englobam doenças vasculares e cardiovasculares, como hipertensão arterial e problemas cardíacos, além de diabetes, colesterol elevado, tabagismo e sedentarismo. Esses fatores de risco se acumulam ao longo da vida, aumentando as chances de ocorrência do AVC com o passar dos anos. O risco praticamente dobra a cada década após os 60 anos.





























































